"A coerência deixa de existir no homem, quando o homem deixa de existir no outro."
“COMO O FOGO AJUDOU A QUEIMAR A MENTIRA”
Nascido na cidade de Âncio, Nero Claudius Caesar Augustus Germanicus (37-68) foi o quinto imperador romano.
Nero foi filho de Gnaeus Domitius Aenobarbus e Agripina (16-59), oriundos de tradicionais famílias da sociedade romana. Porém, sua vida política ascendeu ao estrelato após o matrimônio de sua mãe com Claudius (10 a.C - 54 d.C), Imperador Romano.
Adotado pelo mandatário maior da “cidade eterna”, Nero vê o nome de Britanicus (41-55) - herdeiro de direito - ser relegado. As idéias de sua mãe Agripina estavam surtindo efeito.
Contudo, no jogo do poder, o próximo lance é sempre o mais importante. Envenenar Claudius (?) surge como alternativa viável. Independente da absoluta falta de provas, o fato levou Nero ao trono romano, com a anuência das principais forças políticas.
A falta de experiência do novo Imperador não foi sentida. Sua mãe, Agripina, sempre esteve por perto e pronta a colaborar. O filósofo e preceptor Sêneca (4 a.C – 65 d.C) e o prefeito pretoriano Burros (5-62), fechavam a trinca de mentores.
Assim sendo, Nero projetava-se através de uma imagem positiva, ideal ao trono romano. Infelizmente, seu contato com outro prefeito pretoriano, Ofônio (8-69), pôs tudo a perder - ou tornar-se real. O filho adotivo de Claudius enxergou novas perspectivas no poder, tais como tramas e acordos ilícitos; homens conspiradores e corruptos.
A coerência deixa de existir no homem, quando o homem deixa de existir no outro. A figura do “deus homem” torna-se refém de sua demência. Aqueles que tanto partilhavam de seu ambiente passaram a ser perniciosos - Agripina assassinada e Sêneca afastado e executado.
Com o tempo, Nero tornou-se impaciente, constantemente insatisfeito e incompreendido por todos - achava-se um artista e como tal exigia notoriedade. Imaginava-se o centro das atenções, o que acabou contribuindo contra os cristãos.
Com a moral em crescente estado degenerativo, o fim de Nero estava próximo. Conspirações militares e aristocráticas se acumulavam. A arte do suicídio foi uma conseqüência.
Era o fim do homem fabricado.
Nero foi filho de Gnaeus Domitius Aenobarbus e Agripina (16-59), oriundos de tradicionais famílias da sociedade romana. Porém, sua vida política ascendeu ao estrelato após o matrimônio de sua mãe com Claudius (10 a.C - 54 d.C), Imperador Romano.
Adotado pelo mandatário maior da “cidade eterna”, Nero vê o nome de Britanicus (41-55) - herdeiro de direito - ser relegado. As idéias de sua mãe Agripina estavam surtindo efeito.
Contudo, no jogo do poder, o próximo lance é sempre o mais importante. Envenenar Claudius (?) surge como alternativa viável. Independente da absoluta falta de provas, o fato levou Nero ao trono romano, com a anuência das principais forças políticas.
A falta de experiência do novo Imperador não foi sentida. Sua mãe, Agripina, sempre esteve por perto e pronta a colaborar. O filósofo e preceptor Sêneca (4 a.C – 65 d.C) e o prefeito pretoriano Burros (5-62), fechavam a trinca de mentores.
Assim sendo, Nero projetava-se através de uma imagem positiva, ideal ao trono romano. Infelizmente, seu contato com outro prefeito pretoriano, Ofônio (8-69), pôs tudo a perder - ou tornar-se real. O filho adotivo de Claudius enxergou novas perspectivas no poder, tais como tramas e acordos ilícitos; homens conspiradores e corruptos.
A coerência deixa de existir no homem, quando o homem deixa de existir no outro. A figura do “deus homem” torna-se refém de sua demência. Aqueles que tanto partilhavam de seu ambiente passaram a ser perniciosos - Agripina assassinada e Sêneca afastado e executado.
Com o tempo, Nero tornou-se impaciente, constantemente insatisfeito e incompreendido por todos - achava-se um artista e como tal exigia notoriedade. Imaginava-se o centro das atenções, o que acabou contribuindo contra os cristãos.
Com a moral em crescente estado degenerativo, o fim de Nero estava próximo. Conspirações militares e aristocráticas se acumulavam. A arte do suicídio foi uma conseqüência.
Era o fim do homem fabricado.
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